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Indy Lights: Em Milwaukee, pilotos encontrarão oval "diferente”
 
Sem inclinação e com características totalmente distintas das pistas de Kansas e Indianápolis, rodada deste final de semana promete ser uma das mais difíceis do ano

A temporada 2009 da Fórmula Indy Lights tem prosseguimento neste final de semana, com a realização da sexta prova (quinta rodada) da competição no circuito de Milwaukee, no meio-leste dos Estados Unidos. A pista de uma milha, que mantém os pilotos em atividade apenas uma semana após a disputa da tradicional etapa de Indianápolis, é a terceira da "temporada de ovais”, que começou em abril no Kansas, teve prosseguimento em Indianápolis e termina no dia 20 de junho, em Iowa.

O palco da prova do final de semana, no entanto, é praticamente plano, e difere das pistas-sede das duas últimas etapas em diversos aspectos. O principal deles é a ausência de elevação nas curvas, que foge ao conceito dos tradicionais circuitos ovais norte-americanos, como os de Homestead e Chicago. "Em Milwaukee não dá para fazer as curvas de pé trancado. Mesmo assim, esta é considerada uma das pistas mais difíceis do ano”, disse o brasileiro Mario Romancini, que vem de dois pódios nas duas etapas realizadas em ovais neste ano.

Tudo isso, naturalmente, obriga equipes e pilotos a se adaptar. O circuito de Milwaukee é, tradicionalmente, palco de muitos acidentes, o que vai exigir, na opinião de Romancini, dose extra de cautela. "Lá é preciso pilotar de uma maneira parecida com a de um circuito misto. Não atingimos velocidades muito altas, mas o carro precisa ter boa aderência porque é preciso andar no limite o tempo todo. Vou começar os treinos de maneira cautelosa, já que nunca andei nessa pista, e seguir minha estratégia de buscar um bom acerto do carro para a corrida”, completou.

Questionado sobre a possibilidade de voltar a largar entre os dez primeiros colocados – em Indianápolis o brasileiro teve uma classificação ruim e largou em 18º –, Romancini segue com boas expectativas. Ele acredita que Indianápolis tenha sido a pista mais difícil para sua equipe em voltas lançadas, em virtude das características do acerto proposto pelos engenheiros da RLR Andersen.

"Nosso carro tem um grip mecânico muito bom, mas temos certa deficiência de velocidade nas retas. E esse foi o principal motivo para termos tido uma classificação ruim em Indianápolis”, apontou o brasileiro. No tradicional circuito do meio-oeste, os carros da Andersen partiram na 18ª, 19ª e 20ª posições do grid. "Já em Milwaukee, a expectativa é um pouco diferente. Mas, como sempre, só depois dos primeiros treinos é que poderemos ter certeza se essas expectativas são verdadeiras”, acrescentou o brasileiro.

Após subir ao pódio no Kansas e em Indianápolis, Mario Romancini diminuiu para 32 pontos a diferença que o separa do líder do campeonato, o piloto da casa J.R. Hildebrand. Ele ocupa a oitava posição no campeonato, mas segue entre os candidatos ao título. "O campeonato é longo e muita coisa ainda pode acontecer. Vou continuar me concentrando em somar pontos, e em trabalhar no carro para ser competitivo no maior número de circuitos possível”, encerrou o brasileiro.
Rafael Durante

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